Rastreando Caminhos para uma Fluência Crítica na Educação

 


PROVOCAÇÕES 🔥  (Focadas no Conflito Central)

(Inspirada em Pinto, 2008): "Ao olhar para esta imagem, você vê apenas 'avanço tecnológico' (consciência ingênua) ou consegue enxergar o conhecimento necessário para usá-lo criticamente (consciência crítica)?"

(Inspirada em Castells, 1999): "Os dispositivos digitais na escola são tratados como simples máquinas de transmissão ou como extensões reais da cognição humana?"

(Inspirada em Ellul, 1964): "Até que ponto a busca pelo 'melhor caminho' e pela eficiência máxima está nos levando ao Fetichismo Tecnológico, onde adoramos o aparato e esvaziamos o pensamento?"

(Inspirada em Pimentel e Silva, 2023): "Como garantir que a interatividade com esses artefatos gere transparência e colaboração, afastando-se da passividade e da repetição mecânica?"

Comentários

  1. Olá Martone. Está realizando as leituras sobre o novo PBL? Está elaborando o seu diagrama de Ishikawa? A partir de suas leituras e construção do diagrama, busque identificar que teorias podem sustentar a incorporação de tecnologias no ensino.

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  2. Olá, professor!

    Tive alguns contratempos esta semana por motivos de saúde. Contudo, ao melhorar, fiz as leituras e a produção do diagrama. Consegui ampliar o repertório teórico, o que me deu condições de visualizar que a concepção ingênua se materializa no distanciamento do docente quanto à interseção entre conteúdo, tecnológico e pedagógico, o que pode implicar apenas na substituição e aumento (melhoria) e não na modificação e redefinição: avaliação, práticas pedagógicas, tempo, espaço...

    Então, é possível sustentar a incorporação das tecnologias no ensino diante da concepção crítica, na qual o docente ou a instituição não iria apenas incorporá‑las, mas seria capaz de desenhar soluções educacionais, isso ao "dominar" a Interseção (TPACK) e escolher com precisão os aparatos tecnológicos para que a tecnologia seja transparente e promova a Redefinição (SAMR) e a agência.

    Terei que me aprofundar mais nas perspectivas de Eva Dakich (2008); contudo, entendo que a agência se constrói diante de uma perspectiva sociocultural.

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