Aula 1: Primeiros Passos: O Início da Nossa Jornada na Disciplina

Primeiros Passos: O Início da Nossa Jornada na Disciplina


  No dia 02 de março de 2026, demos o pontapé inicial em nossa nova jornada acadêmica com o Prof. Dr. Fernando Pimentel. Tivemos um primeiro contato muito positivo, onde compartilhamos nossas impressões iniciais e expectativas para o que vem pela frente. Dialogamos com os novos colegas, formamos duplas e grupos que serão nossos parceiros de caminhada.

 

A Estratégia: Aprendizado Baseado em Problemas (PBL)

 

Nesta disciplina, não seremos meros espectadores.😎 A metodologia escolhida é o PBL (Aprendizado Baseado em Problemas). O professor demonstrou a dinâmica na prática através de um fluxo bem estruturado:

 

  1. Problematização: O mesmo levantou uma questão central.
  2. Teoria e Reflexão: Discutimos apontamentos teóricos e elaboramos três perguntas fundamentais.
  3. Leitura Crítica: Consultamos bibliografias indicadas para embasar nossas reflexões e encontrar respostas fundamentadas, confrontando diferentes autores e conceitos.

 

O Que Vem Por Aí? 👀

 

O encerramento da aula foi focado na socialização das perguntas que guiarão nosso próximo encontro, no dia 09 de março. Mas o trabalho não para por aqui!


⏰Até sexta-feira (06/03), nosso cronograma inclui:


Comentários

  1. Martone, seu relato transmite entusiasmo, organização e clareza quanto à proposta metodológica da disciplina. É muito interessante perceber como você compreendeu o PBL não apenas como uma estratégia didática, mas como uma mudança de postura — de espectador para protagonista do próprio processo formativo. Ao explicitar o fluxo da aula (problematização, reflexão teórica e leitura crítica), você demonstra atenção à estrutura do método e compromisso com a construção fundamentada do conhecimento.
    Outro ponto forte é sua organização quanto às próximas etapas e prazos, evidenciando responsabilidade acadêmica e engajamento com o percurso formativo. A proposta de construir um mapa conceitual articulando os novos conhecimentos à sua pesquisa é especialmente potente, pois indica integração entre disciplina e trajetória investigativa — algo essencial na pós-graduação.
    Para enriquecer ainda mais essa caminhada, sugiro que visite os blogs dos colegas, leia os resumos e mapas conceituais que eles estão produzindo e deixe comentários reflexivos. Observar como cada um está articulando o PBL e os referenciais teóricos à própria pesquisa pode ampliar sua visão e fortalecer conexões interdisciplinares.
    E deixo uma provocação para seguir pensando: no PBL, o problema é o ponto de partida da aprendizagem — mas como garantir que as perguntas que você formula sejam realmente desestabilizadoras e capazes de transformar sua própria pesquisa, e não apenas organizá-la melhor?

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    Respostas
    1. Professor, acredito que as perguntas devem desafiar teoricamente até quem as formulou. O que se alinha ao fato de "sair da zona de conforto" e "esvaziar o copo". Nesse sentido, se a pergunta desestabiliza quem a criou poderá ter igual efeito em outros sujeitos.

      Irei pensar melhor sobre o assunto...

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